Depoimentos

Leia abaixo alguns depoimentos.


Escrevo para dizer da minha satisfação em ter participado dessa nossa viagem para a Itália em 2012. Poderia, sozinha, ter visitado algumas poucas cidades da Toscana, mas não todas as que tive oportunidade de conhecer em companhia de todos do grupo. Foram dias muito enriquecedores para mim.

Ana Paolino

Foi uma experiência de vida; com momentos bons, momentos difíceis nos quais você aprende a se cuidar. É algo meio mágico, não sei explicar. Aprendi mais a língua, conseguia me fazer entender, o curso te ajuda muito a conviver. Imagine que eu saí da escola e fui comprar um livro! Você vive o dia-a-dia da cidade, até roupas na lavanderia eu lavei


Viajar com o professor Sergio que é uma pessoa indescritível, o curso em si mais o certificado de uma universidade estrangeira.... isso é inigualável.

Renata

Ficar quase um mês na Itália sempre é maravilhoso, principalmente quando a viagem é promovida pela Escola Cultura Italiana. No curso, a convivência entre pessoas provenientes de lugares distintos nos dá oportunidade para comunicarmos em italiano, o que é sensacional. E não é só isto: Siena Medieval, as aulas práticas em Castelos, sobre o vinho, os teatros, os restaurantes, tudo tem um sabor de aprendizagem, alegria e relax. Já fui duas vezes, em 2009 e 2011 e foi maravilhoso!    
Maria Cecília

Sergio Colagrossi nos dava um suporte em tudo (às vezes penso que ele nem dormia”) e o Giuseppi Contri foi nosso condutor, formando pequenos grupos para visitas à região da Toscana e às vinícolas de Chianti. Mesmo quando íamos por nossa conta, o Giuseppe dava todas as lições. Os finais de semana deram passeios a Firenze, Lago de Gardo, San Gimignano, Cortona, Cássia, Úmbria, Assis, Verona, Monteriggioni – a menor comuna da Itália com apenas 32 famílias.

Foi ainda em Spello que demos de cara com uma antiga igreja, cujo padre velhinho era um artista, fazendo painéis floridos retratando cenas bíblicas e esculturas. Viagens despretensiosas que nos apresentavam descobertas. Esse final de semana foi um presente especial.

Siena é mágica, exerce um fascínio. Somos envolvidos por uma história perene, nos vemos dentro dela... Siena mexe com a gente. E ainda tem o curso que é excelente, despertando o interesse pela língua italiana. O aprendizado entra de uma forma tranqüila e integrado com a cultura. Ah! E com todos aqueles lugares maravilhosos e encantadores! Siena só pode valer a pena. É uma viagem que eu recomendo mesmo.

Maria Célia

Embora não fazendo parte dos alunos da Cultura Italiana, soube da viagem pela professora Mirella Greco, com quem estuda italiano. Logo se enturmou. Foi uma turma muito boa, um curso fantástico, aproveitei muito mesmo toda a metodologia de ensino, os professores muito cultos que lidavam bem com alunos de múltiplas nacionalidades. Fiquei no 5º nível e nesta classe éramos apenas três brasileiros. Como meu hobby preferido é gente, no começo não foi fácil se aproximar e mal respondiam ao meu buon giorno. Mas de pergunta em pergunta, sorrisos, fotos e o sempre presente jeitinho brasileiro, o gelo foi sendo quebrado, e de repente lá estava eu contando sobre as festas juninas e a simpatia de Santo Antonio para conseguir marido. Sentia-me como se estivesse oferecendo um presente; conseguimos uma integração maravilhosa com os colegas.

O grupo brasileiro causou boa impressão sim e era isso que me interessava – o lado humano – não estava preocupada com notas e nem ser a melhor aluna. Como íamos sempre às mesmas lojas, fizemos muitos amigos na cidade. Saíamos às 4 horas da aula e andávamos, andávamos, andávamos. Ah! Que cidade encantadora que é Siena... parecia que estava em um filme. Construída na Idade Média, toda de pedra, é lindo ver flores e flores saltando das pedras. Nada ali pode ser modificado sem uma autorização da prefeitura. Nosso alojamento, igualmente em pedra, tinha até uma cave. Conhecemos as termas, com os campos verdes e os mais diversos tipos de água para cura; sem falar no jantar a convite do reitor, com bons vinhos da região da Toscana.

Fomos muito bem tratados; eles todos muito educados.

Alice

O cotidiano se quebra vindo colorir horas e dias de puro encantamento. Uma correria no aeroporto de São Paulo serviu para unir uma turma de 17 pessoas dispostas a fazer um curso de italiano para estrangeiro na Universidade de Siena. Sergio Colagrossi, nosso professor e coordenador sempre presente, nos trazia um enredo esculpido de palavras que flutuavam de seu coração; um “vero” italiano, muitas vezes falava com as lágrimas. Nossa alma ouvia e os pensamentos encastelados, saiam da sombra da espera. A aventura estava apenas no começo. Siena era um antigo feudo e tinha como pior inimigo Florença. Ficamos hospedados dentro desses paredões fortificados, um tempo que não era o nosso, mas foi possível ouvir um pouco da história quando caminhávamos entre vias e vielas. Uma arquitetura pesada, soturna, de rara beleza. Antes de se expandir fora dos muros, tinha 9 portas de entrada que existem até hoje (como têm nomes, fica fácil localizar a direção a ser tomada quando fazíamos passeios: Românica, Tufi, Laterina, San Marco, Fontebranda, Camollia, Olive, Pispine e Lupe) e ficam sobre 3 colinas sem nome.

Possui 17 bairros que competem entre si o Palio – verdadeira guerra de Contrada, uma festa tradicional que vem desde a Idade Média. Usam cavalos para a disputa e a corrida é alucinante durando apenas 90 segundos de puro êxtase.

Acordávamos cedo com os livros debaixo do braço e uma parada obrigatória no café, onde uma variedade de “panines” nos aguardava, um mais gostoso que o outro. Entrávamos na Universidade para 4 horas de gramática, sendo as aulas com muita didática e acompanhadas de frases que já usávamos no dia-a-dia. À tarde, outro professor reforçava com léxico, aumentando nosso entendimento de tão melódico idioma.

Os fins de semana serpenteávamos pela paisagem da Toscana saboreando vinhos dos próprios produtores. Essa região é belíssima, plantações de trigo, uva e oliveiras recortando a terra em cores que espantam as sombras com seu clima de verão. Sebes floridas, caminhos de lavanda e uma variedade de flores nos levavam a pequenas cidades. A região, montanhosa; e a vista, escandalosamente linda.

Um dos finais de semana, Marisa e Monassi convidaram Theo, Conceição e eu para um giro pelo vale do Chiante. Lá fomos nós para Radda in Chianti, Castellina in Chianti e outras cidades que fazem desse espaço um lugar único no mundo.

Nessa época do ano – julho – os desfiles medievais levam-nos à outra época: vestimentas, armaduras, cavalos paramentados com o brasão do seu senhorio, o prelado em austera roupagem ainda trazia um certo temor do poder. Entorpecida por tanta história, a luz das estrelas nos trazia de volta a Siena. Outro fim de semana, fomos para Cinqueterre. Um turbilhão de vento deixava a paisagem nervosa à beira-mar. Ondas entorpecidas de verde esmeralda se insurgiam nas rochas desenhando um leque de safiras na areia. Olhando e saboreando tudo, chegamos a Ilha de Elba, na Córsega, a terceira maior da Itália. Mergulhamos com um italiano profissional que nos levou a 35 metros de profundidade em Mar Azzurro, do outro lado da ilha. Moréia, cardumes, vegetação que ondulava ao sabor da água, enfeitou nossa tarde deixando na memória uma quantidade de imagens difíceis de esquecer. A luz do sol foi embora chorosa com sua tinta esmaecida se esconder atrás da noite.

Tomamos de volta o Ferry e retornamos nesse turbilhão de estrelas revelando a penumbra. Vasto caminho se abre para o sutil e o exótico, essa troca avassaladora de conhecimento vivenciado quando a turma é boa e o professor sensível, paciente e extremamente gentil. Obrigada professor Sergio Colagrossi, por essa oportunidade de aprender um pouco mais o italiano e a Itália. A viagem valeu a pena por tudo e por todos.

Carmen Faccio

           
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